13 de jun de 2017

ABERTURA DO “ANO DA SANTIDADE AGOSTINIANO-RECOLETO” NA PARÓQUIA NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS EM FRANCA-SP.

Paróquia Nossa Senhora das Graças
Franca-SP.


        No dia da Solenidade da Santíssima Trindade (11/06/2017), iniciamos o “Ano da Santidade Agostiniano-Recoleto” na Paróquia Nossa Senhora das Graças (Franca/SP). A vela comemorativa foi acesa pelo bispo de Franca - SP, Dom Paulo Roberto Beloto.

        A Ordem dos Agostinianos Recoletos (OAR) promulgou o Ano da Santidade desde 5 de março até 13 de novembro (2017), festa de Todos os Santos da Ordem. Lema: Chamados a ser santos.

        O agostiniano está chamado a viver a santidade na Igreja com fidelidade ao carisma na Ordem, na coerência de vida, na disponibilidade para evangelizar e do serviço aos mais pobres. Cada um deve sentir-se pessoalmente chamado à santidade.

        A santidade nasce do encontro pessoal e comunitário com Jesus. Este encontro nasce na oração, sem a qual não podemos ser santos. Ver a realidade com os olhos da fé e apaixonar-nos pelo Reino.

        Neste Ano da Santidade coincidem vários fatos que nos recordam a santidade de nossos irmãos e irmãs agostinianos. Viver o carisma Agostiniano Recoleto como um caminho certo e seguro à santidade. Nosso estilo é a configuração à Jesus Cristo.

        Destacamos neste ano: 

• 150 anos da beatificação de Francisco de Jesus e Vicente de Santo Antônio, com os três religiosos irmãos, catequistas japoneses, mártires do Japão.

• 75 anos da morte do servo de Deus Ignácio Martínez, administrador apostólico de Lábrea – Amazonas, BR. 

• 50 anos da morte da beata Maria de São José, fundadora das Agostinianas Recoletas do Coração de Jesus. 

• 30 anos da canonização de santa Madalena de Nagasaki, terciária agostiniana recoleta, japonesa. 

• 25 anos da canonização de santo Ezequiel Moreno, espanhol, bispo de Pasto, na Colômbia.

        Além disto, neste ano de 2017, será apresentada à Congregação das Causas dos Santos a “positio” do Servo de Deus Frei Jenaro Fernández Echeverría. Também esperamos a aprovação das virtudes heroicas de Madre Mariana de São José, fundadora das Agostinianas Recoletas. E rezamos pela história da Missionária Agostiniana Recoleta Irmã Cleusa Carolina Rody Coelho, que nasceu em Cachoeiro de Itapemirim – ES - BR, aos 12 de novembro de 1933, filha de Jair Moreira Coelho e Francisca Rody Coelho.

        Todas essas ações se somam às celebrações e festas de nossos santos agostinianos: santo Agostinho, santa Mônica, entre outros.

Unidos em oração seguindo os passos de Nosso Bom Pastor, Jesus.

Por Frei Didier Esperidião Neto, OAR – Franca/SP.
Edição para o Blog: Frei Ricardo Alberto Dias, OAR – Franca/SP.


Algumas fotos da celebração:





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O VALOR DOS DIREITOS HUMANOS.

Província Santa Rita de Cássia
Brasil



Neste tempo em que a Dignidade Humana de vários irmãos nossos está sendo desrespeitada, reflitamos:

Segundo o Compendio Vaticano II em sua declaração Dignitatis Humanae:

“O movimento rumo à identificação e à proclamação dos direitos do homem é um dos mais relevantes esforços para responder de modo eficaz às exigências imprescindíveis da dignidade humana”[1].

Portanto, a dignidade humana é um dom do próprio Deus Criador, regalada ao homem, sua criatura. Nesta conjuntura, o Magistério da Igreja na pessoa de sua santidade o saudoso papa São João Paulo II em 1978, reconheceu a importância positiva da Declaração Universal dos Direitos do Homem proclamada pela ONU em 10 de dezembro de 1948[2].

A dignidade do ser humano, primeiro é apreendida pelo intelecto (ratio), presente em cada um de nós, que somos feitos à imagem e semelhança de Deus. Porém esta mesma dignidade foi duramente ferida pelo pecado; entretanto, foi resgatada e redimida pela encarnação, morte e ressurreição do Filho de Deus, Jesus Cristo[3]. Sendo assim, a fonte última dos direitos humanos está no próprio homem e em Deus Criador. Direitos que são: universais, invioláveis e inalienáveis[4].

Enfim, estes direitos do homem não são egoístas e nem egocêntricos, mas sociais e comunitários, tocante a todas as fases da vida e a todo contexto social, político, econômico e social[5].

Por Frei Ricardo Alberto Dias, OAR – Franca/SP



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[1] Cf. CONCÍLIO VATICANO II, Decl. Dignitatis Humanae, 1: AAS 58 (1996) 929-930.
[2] Cf. Apud. Compêndio de documentos de doutrina social, p.92-93.
[3] Cf. Apud. Ibid., p. 93.
[4] Cf. JOÃO XXIII, Carta enc. Pacem in terris: AAS %% (1963) 259.
[5] Cf. Apud. Compêndio de documentos de doutrina social, p.94. 


9 de jun de 2017

ACONTECEU A SEGUNDA “MISSA MISSIONÁRIA NA PRAÇA” EM PARÓQUIA AGOSTINIANA RECOLETA DE VITÓRIA-ES.

Paróquia Santa Rita de Cássia
Vitória-ES




        No último dia 06 de junho de 2017 aconteceu na Praça Santa Helena em Vitória/ES a “SEGUNDA MISSA MISSIONÁRIA NA PRAÇA” da Paróquia Agostiniana Recoleta Santa Rita de Cássia. A celebração foi presidida pelo pároco, Frei Agostinho Morosini, OAR.

        Através dos textos da liturgia do dia, Frei Agostinho nos fez ver, primeiro, a partir do Livro de Tobias, onde se narra o desentendimento de Tobit e sua esposa, a necessidade do diálogo; que busquemos compreender, ouvir, escutar e estarmos atentos ao outro.

        No Evangelho de Marcos, quando Jesus é questionado sobre a licitude de pagar o imposto a César, ouvimos o Senhor responder "A César o que é de César, a Deus o que é de Deus".

        Aplicando está palavra a nossa vida, somos convidados a dar a Deus o que lhe é de direito: nosso louvor, oração, respeito e obediência. Também somos convidados a respeitar as leis civis, excetuando quando estas são contrárias aos aspectos fundamentais da moral e fé cristã; por exemplo: defender a vida sempre, ainda que haja quem defenda a aprovação do aborto.

        Por fim, o frei comentou que as celebrações nas ruas são gestos de uma Igreja em saída que vai ao encontro das pessoas pedindo que: “Oxalá não fique num único momento, mas possamos celebrar em ambientes diversificados, manifestando assim nossa fé em outros lugares de nosso bairro”. (Frei Agostinho Morosini, OAR – Pároco).

Por Vanessa Pagiola – Vitória/ES.
Edição para o Blog: Frei Ricardo Alberto Dias, OAR – Franca/SP.


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6 de jun de 2017

ACONTECEU: SACRAMENTO DA CRISMA NA PARÓQUIA AGOSTINIANO-RECOLETA NOSSA SENHORA DE LOURDES (SÃO PAULO/SP).

Paróquia Nossa Senhora de Lourdes
São Paulo-SP



        Na solenidade de Pentecostes deste ano de 2017, a Paróquia Nossa Senhora de Lourdes (São Paulo-SP), dirigida pelos frades Agostinianos Recoletos se alegrou ao celebrar a confirmação de 11 jovem que receberam o sacramento da Crisma pelas mãos de Padre Jorge Rocha, Vigário Episcopal da região Lapa.

        A Celebração Eucarística foi concelebrada pelo pároco Frei Alcimar Fioresi e pelos frades, Frei Marcus Vinícius e Frei Geraldo. Com grande participação e júbilo por parte dos crismandos e seus familiares, Padre Rocha destacou a importância deste Sacramento comparando-o com a unção de um soldado e convidou a estes jovens a serem soldados de Cristo e testemunhas de sua fé.

        Nosso agradecimento também às catequistas Kátia, Angélica e Cláudia que, com carinho e testemunho, prepararam estes jovens e foram canais da graça e verdadeiras educadoras da fé. Deus as recompense!

Por Frei Rhuam Ferreira Rodrigues de Almeida, OAR - Teologado Santa Mônica (São Paulo/SP).
Edição para o Blog: Frei Ricardo Alberto Dias, OAR – Franca/SP.


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29 de mai de 2017

FESTA DE SANTA RITA DE CÁSSIA 2017 EM PARÓQUIA AGOSTINIANA RECOLETA QUE LEVA O NOME DA SANTA DAS CAUSAS IMPOSSÍVEIS (VITÓRIA/ES).

Paróquia Santa Rita de Cássia
Vitória-ES



        No penúltimo final de semana de Maio/2017 aconteceu a tradicional Festa de Santa Rita, padroeira da Paróquia Agostiniana Recoleta em Vitória/ES, e contou com a participação das diversas pastorais e movimentos da comunidade paroquial.

        A apresentação de abertura da festa na noite de sexta-feira (19/05/2017) foi com a Banda Os Anjos, composta por crianças da paróquia. A animação foi geral, apesar de um pouco de chuva que começava a cair.

        No sábado (20/05/2017), penúltimo dia da novena, a santa missa foi presidida por Frei Sérgio Sambl, OAR e, a animação do palco ficou por conta dos Jovens. A chuva dava sinais de que veio para ficar, mas sábado é a “Noite de Capeletti”, que sendo servido no salão anexo à igreja matriz espantou o frio e as barracas continuaram a servir os deliciosos quitutes.

        No domingo (21/05/2017), último dia da “Novena a Santa Rita”, a Santa Missa foi presidida por Frei Rodolfo Werneck Pereira, OAR (do Seminário Nossa Senhora Aparecida em Franca/SP) e concelebrada pelo pároco Frei Agostinho Morosini, OAR e pelo vigário paroquial Frei Sérgio Sambl, OAR. A chuva não deu trégua e parte da festa foi transferida para o salão do anexo.

        Na segunda-feira (22/05/2017), dia da padroeira, aconteceram missas às 7h, presidida por Frei Sérgio Sambl; às 15h, Missa em favor dos Enfermos, presida por Frei Cassiano de Amorin, e a Missa Solene presidida pelo pároco, Frei Agostinho e concelebrada por todos os frades que estavam presentes ao anoitecer.

        As súplicas e benção das rosas foram feitas às 9h, 10h30m e 12h, conduzidas respectivamente por Frei Agostinho, Frei Sérgio Sambl e Frei Rodolfo.

        Devotos vindos de várias paróquias participaram durante todo o dia deste momento de fé e devoção. No horário da missa solene, que começou às 18h30m, a chuva já não incomodava e no final foi possível realizar a procissão pelas ruas do bairro. A chuva de pétalas deu o toque de emoção final pelo encerramento das festividades de Santa Rita de Cássia.

Texto de Yara Maia – Vitória/ES.
Fotos de Vanessa Pagiola – Vitória/ES.
Edição para o Blog: Frei Ricardo Alberto Dias, OAR – Franca/SP.


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PASSEIO COMUNITÁRIO E DIA DE DESCANSO DOS FRADES E SEMINARISTAS AGOSTINIANOS RECOLETOS DA CAPELINHA - 25-05-2017.

 Seminário Filosófico Nossa Senhora Aparecida
Franca-SP.

 “Para isto vos reunistes em comunidade. Vivei unidos numa só casa e tende uma só alma e coração dirigidos para Deus”.

Agostinho concebia a vida religiosa como um grupo de amigos que se reuniam para chegar à posse da verdade. Lendo a Regra, vê-se que, na sua concepção, cada membro tinha uma função dentro do grupo, todos, porém,

“uma só alma e coração”.

Todos deveriam ajudar-se para construir uma comunidade de vida, de ideais, de interesse religiosos e humanos, em perfeita comunicação. Enfim, uma verdadeira comunidade de irmãos e amigos, tendo em vista uma única meta, caminhando na mesma direção e em íntima colaboração para a integração do grupo.

O núcleo da concepção agostiniana da vida religiosa está na tomada de consciência da unidade e da comunhão interior entre os irmãos. Isto leva a ter em conta os valores, a mútua ajuda, evitando o egoísmo.

Nas Confissões, Agostinho nos fala de seu ideal, anterior à conversão:

“Éramos muitos os amigos que trazíamos o espírito agitado. Falávamos com aborrecimento dos dissabores tumultuosos da vida humana. Já quase tínhamos resolvido viver sossegadamente, retirados da multidão. Tínhamos projetado aquele sossego deste modo: se alguma coisa possuíssemos, juntá-la-íamos para uso comum, combinando formar de tudo um só patrimônio, de tal forma que, por amizade sincera, não houvesse um objeto deste, outro daquele, mas se tudo se tivesse uma só fortuna, sendo tudo de cada um e tudo de todos” (Conf., 6,14).

Após a conversão escreve a Leto que duvidava em seguir sua vocação:

“Cada um procure amar aquela sociedade e comunhão, como está escrito: Não existia entre eles senão uma só alma e um só coração. Desta forma, tua alma não é tua, mas de todos os irmãos. As almas deles são tuas, ou, melhor, suas almas com a tua, não são almas, mas uma só alma, única, de Cristo” (Epist. 243,4).

Mais claro ainda, neste trecho:

“Não vivem em união senão aqueles nos quais está a perfeita caridade de Cristo. Muitos irmãos vivem só corporalmente unidos. Quem vive na unidade? Aqueles dos quais está escrito: Tinham uma só alma e um só coração dirigidos para Deus e ninguém tinha nada próprio, mas tudo lhes era comum” (Enarrationes in Os. 132(12).

Aí está a chave para compreender a comunidade agostiniana. Para Agostinho a experiência de vida religiosa está penetrada por esta dimensão comunitária. É um ponto de partida sumamente bíblico.

Para construir esta comunidade exige-se o fundamento da caridade. Vivendo a caridade, os irmãos:

• dedicam-se a mútuas atenções, como filhos de Deus e irmãos de Cristo;
• entregam sua vida e tudo o que lhes pertence ao serviço do amor;
• aceitam-se mutuamente;
• sabem perdoar;
• praticam com delicadeza a correção fraterna e
• ajudam-se com orações.

O ideal da comunidade agostiniana é realizar uma convivência em Cristo, reproduzindo, de acordo com as exigências de cada tempo e lugar, o que vem descrito nos Atos dos Apóstolos.

Este é o ideal, bíblico e humano, que a Ordem dos Agostinianos Recoletos propõe aos jovens de hoje. E foi neste mesmo ideal que no último dia 25-05-2017 os frades e seminaristas do Seminário Filosófico Nossa Senhora Aparecida (Franca-SP) desfrutaram de um dia de lazer e descanso comunitário na comunidade do Paiozinho (Franca). Riram, brincaram, rezaram, se divertiram em comunidade de irmãos.

Jovem, será que Cristo está lhe chamando a segui-lo pelos passos de Santo Agostinho? Pense nisso.

Por Frei Ricardo Alberto Dias, OAR – Franca/SP
  

Algumas fotos do passeio:













  
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