20 de abr de 2013

ENCONTRO VOCACIONAL AGOSTINIANO RECOLETO EM MUQUI-ES

Paróquia São João Batista
Muqui-ES


Está acontecendo na cidade de Muqui-ES, neste fim de semana (20 e 21-04) o ENCONTRO VOCACIONAL AGOSTINIANO RECOLETO DA PROVÍNCIA DE SANTA RITA DE CÁSSIA. Estão participando os jovens de nossas paróquias do Espírito Santo e Rio de Janeiro.
 
Rezemos ao Senhor para que Ele nos envie santas vocações agostinianas recoletas.
 

Jovens vocacionados em Muqui-ES
 

 
Frei Edimilson com vocacionados cariocas
 

36º EJC NA CAPELINHA EM FRANCA-SP.

Paróquia Nossa Senhora Aparecida - Capelinha
Franca-SP


18 de abr de 2013

“EU VOS CONHEÇO”: PRIOR GERAL OAR E PRIORES PROVINCIAIS SAÚDAM O PAPA FRANCISCO.

Cúria Geral OAR
Roma-Itália



Prior geral dos agostinianos recoletos: Frei Miguel com o Papa Francisco.
 
Nós do conselho geral e os oito priores provinciais da Ordem dos Agostinianos Recoletos assistimos, dia 10 de abril, a audiência do Papa Francisco. Foi uma experiência de comunhão e um gesto de disponibilidade. O Santo Padre nos recordou que somos filhos de Deus: «Podemos viver como filhos! Essa é nossa dignidade, a dignidade de filhos. Comportemo-nos, portanto, como verdadeiros filhos. Isto significa que a cada dia temos que deixar que Cristo nos transforme… significa procurar viver como cristãos, tratar de segui-lo, mesmo diante de nossas limitações e debilidades».
Ao saudar pessoalmente o Papa Francisco manifestei que os agostinianos recoletos estamos a sua disposição. Que estamos em dezenove nações, inclusive na Argentina, lhe disse. Respondeu-me com um sorriso, dizendo: «Já vos conheço». A meu lado um menino lhe entregou um desenho em que lhe dizia que vê-lo recordava que Deus é seu papai. O Santo Padre lhe agradeceu o desenho com um abraço.
Em nome do conselho geral e os priores provinciais mandamos uma mensagem ao Santo Padre, e nessa mensagem dizemos que nos alegramos muito que o Senhor o tenha escolhido como Bispo de Roma e Pastor de toda a Igreja. Suas palavras nos chegam ao coração e seus gestos nos animam a viver o Evangelho. Manifestamos-lhe também o desejo de ser fiéis ao carisma recebido e, para isso, com nossa oração, nossa vida comunitária e serviço à Igreja desejamos reviver o espírito de santo Agostinho e buscar aquele que mais nos inflama no amor a Deus e aos irmãos. Em nome da Ordem dissemos que rezamos por ele e que estamos a sua disposição para anunciar o Evangelho. Finalmente, lhe pedimos que nos ajude a amar de coração e a servir com humildade à Igreja.
De 8 a 12 de abril nos reunimos – o conselho e os priores provinciais – para refletir sobre o processo de revitalização e reestruturação da Ordem. Ante as resistências de algumas pessoas ou frente a questões que parecem insolúveis, pode surgir a tentação de considerar inútil qualquer esforço. Entre nós o governo é um serviço de caridade e, neste tempo, corremos o risco de sermos gerentes da rotina, resignados com a mediocridade, inibidos a toda intervenção, sem ânimo para traçar as metas de uma vida evangélica coerente e correndo o risco de deixar-se apagar o amor inicial e o desejo de testemunhá-lo.
Amigos on line: a oração e o apoio de vocês irão nos ajudar a discernir a vontade do Senhor e a responder com generosidade ao chamado que a Igreja nos faz à nova evangelização.
Fr. Miguel Miró - Prior Geral da Ordem dos Agostinianos Recoletos


16 de abr de 2013

DIA 5 DE JULHO DE 2013: PROFISSÃO SOLENE DE FREI RICARDO DIAS, OAR EM CASTELO-ES.

Paróquia Nossa Senhora da Penha
Castelo-ES

A OBRA MÍSTICA DA MADRE MARIANA DE SÃO JOSÉ, SEGUNDO SANTA TEREZA, SERÁ PUBLICADA EM 2014.

Cúria Geral da Ordem dos Agostinianos Recoletos
Roma-Itália


Madre Mariana de São José


Os escritos da fundadora agostiniano-recoleta Mariana de São José foram coligidos e impressos pouco depois de sua morte, ocorrida dia 15 de abril de 1638, há exatamente 375 anos. Hoje são encontradas em poucas bibliotecas. Agora se pretende pô-los ao alcance do público em geral através de uma edição crítica que virá à luz em 2014 na editorial BAC (Biblioteca de Autores Cristianos) da Conferência Episcopal Espanhola.

Madre Mariana conta como santa Teresa a abençoou quando, sendo ela ainda uma criança, se encontraram. Poder-se-ia pensar que, com aquela bênção, a Santa Doutora transferiu para a futura fundadora recoleta alguns de seus dons místicos. Entre ambas reformadoras castelhanas há um claro paralelismo também em sua obra escrita: assim como santa Teresa, madre Mariana escreveu uma autobiografia, umas constituições, um comentário ao Cântico dos cânticos e um epistolário. Mais ainda, a altura mística das duas é equiparável, conforme avaliação dos especialistas.


Mística, reformadora e fundadora

Às primeiras horas do dia 15 de abril de 1638 falecia em Madri, rodeada de sus monjas, madre Mariana de São José. No registro civil seu nome era Mariana de Manzanedo y Maldonado. Quando criança chegou a conhecer santa Teresa de Jesus. Nasceu onde a Santa de Ávila morreu: em Alba de Tormes, Salamanca (5 de agosto de 1568). E, como Madre Teresa, se tornou monja para ser mais tarde reformadora e fundadora.

A recoleção ou reforma dos agostinianos havia sido decidida em Castela, tanto para o ramo masculino como para o feminino, em 1588. No ano seguinte foi fundado o primeiro convento recoleto masculino, em Talavera de la Reina (Toledo), e se fez entre as monjas uma primeira experiência patrocinada por santo Alonso de Orozco. Este ensaio não chegou a ter o efeito esperado, razão pela qual, nos inícios do século XVII, o provincial Agustín Antolínez fez nova tentativa. Seguindo suas instruções, no dia 16 de abril de 1603, madre Mariana saía de seu convento de agostinianas de Ciudad Rodrigo (Salamanca) a caminho da primeira fundação recoleta, em Éibar (Guipúzcoa). Depois desta viriam outras: as de Medina del Campo (1604), Valladoli (1606), Palencia (1610) e, finalmente, Santa Isabel (1611) e La Encarnación (1612), estes últimos em Madri. Neles, Madre Mariana gozou do apoio incondicional do rei Felipe III e de sua esposa dona Margarita, que fundaram e dotaram os dois conventos.

Pessoalmente, madre Mariana de São José só fundou meia dúzia de conventos, embora durante sua vida tenha orientado a fundação de outros vários. Atualmente, ela é vista como Madre Fundadora. Cerca de 500 monjas agostinianas recoletas repartidas por 46 mosteiros localizados na Espanha, no México, Estados Unidos, Brasil, nas Filipinas e no Quênia esperam ansiosas pela divulgação de suas obras.

O “CASARÃO DA FAZENDA DO CENTRO EM CASTELO-ES” – ORDEM DOS AGOSTINIANOS RECOLETOS.

Fazenda do Centro
Castelo-ES


Casarão da "Fazenda do Centro", Ordem dos Agostinianos Recoletos


O Casarão da “Fazenda do Centro” surgiu em 1845, servindo de Sede a uma fazenda que se situava à margem direita do Rio Castelo, local onde um militar havia estabelecido um centro ativo de mineração.

O primeiro proprietário foi Antônio Vieira Machado da Cunha, que lhe deu o nome devido à sua posição geográfica, que fazia dela um centro de encontro anual de fazendeiros para comemorações e festas que duravam uma semana. Mais tarde veio a ser dono o português Manuel Fernandes Moura.

No final do século XIX, a família Moura entregaria a administração da fazenda a um feitor que encontrava dificuldades para administra-la após a abolição da escravatura. A forma encontrada foi a de oferecer à imigrantes o sistema de meação, que possibilitou um gradativo surgimento do empreendimento, facilitado pela fertilidade dos vales existentes na região. Este fato serviu de motivo para que Frei Manoel Simon, da Ordem dos Agostinianos Recoletos, fizesse sociedade com José Mariano e adquirissem de Joaquim Fernandes Moura características do patrimônio Fazenda do Centro.

Em 1910, a produção de café e de cereais transformou a fazenda em ativo centro comercial e social, com o estabelecimento do sistema cooperativista, indústrias de beneficiamento de café, arroz, cana-de-açúcar, milho, polarizando o crescimento da região e impulsionando o próprio crescimento da Sede do atual município de Castelo.

Doações posteriores à comunidade, novos loteamentos e invasões reduziram ainda mais a porção de terra ao redor da Sede da fazenda, que continuou de propriedade da Ordem dos Agostinianos Recoletos, responsável, assim, pela primeira reforma agrária do Espírito Santo.

Atualmente, o local é tombado pelo Patrimônio Histórico e Cultural do Espírito Santo, e esta sendo recuperado, sob a condução do Instituto Frei Manoel Simon , com sede em Castelo, que tem o comodato com a Ordem dos Agostinianos Recoletos por vinte anos para sua preservação, conservação e ocupação.

Neste belíssimo casarão funcionou por muito tempo um colégio agostiniano e o convento do noviciado para os agostinianos recoletos.




 

15 de abr de 2013

ENCONTRO DA JUVENTUDE MISSIONÁRIA EM CASTELO-ES.

Paróquia Nossa Senhora da Penha
Castelo-ES


Aconteceu no dia 14 de abril de 2013 o ENCONTRO DA JUVENTUDE MISSIONÁRIA de Castelo-ES. Estiveram presentes jovens missionários de quase todas as comunidades da paróquia. O encontro aconteceu na comunidade de São Manoel e contou com a acessoria da coordenação da JM de Castelo e da Irmã Lourdes.
 
 
Jovens missionários, sempre solidários, levando o amor... 
 





 

DIA MUNDIAL DE ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES.

Província Santa Rita de Cássia
Brasil