4 de abr de 2014

BRASÃO DA PROVÍNCIA INSTALADO NA PARÓQUIA SANTA RITA DE VITÓRIA-ES

 
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Paróquia Santa Rita de Cássia
Vitória-ES

A identificação visual de que os frades agostinianos recoletos da Província Santa Rita de Cássia atendem à comunidade da Paróquia Santa Rita de Cássia foi instalado no dia 29 de março de 2014.
O brasão da Província com a identificação "Agostinianos Recoletos", encimado pelo nome da paróquia, foi colocado logo na entrada principal da matriz.

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 O brasão da Província,encomendado por frei Toninho,
pároco e prior,
foi instalado no dia 29 de março de 2014.



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Residência e Paróquia
Stª Rita de Cássia em Vitória - ES


Rua Fortunato Ramos 345
Praia do Canto
(CEP: 29055-290)
Vitória - ES


Tel: (27) 3227 0010


 
O Brasão e a identificação da paróquia estão na parede principal da
entrada da igreja.
 
 
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Durante uma celebração da Santa Missa
 
 
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EDIÇÃO: Frei Mason, oar - WEBSITE DA PROVÍNCIA SANTA RITA DE CÁSSIA
 

Encontro Nacional da Pascom debaterá evangelização na era digital

CNBB
Aparecida - SP


De 24 a 27 de julho serão realizados o 4º Encontro Nacional da Pastoral da Comunicação e o 2º Seminário Nacional de Jovens Comunicadores, em Aparecida (SP). O evento tem por objetivo articular e animar a Pastoral da Comunicação da Igreja no Brasil a partir da cultura gerada pelas novas tecnologias.
As inscrições para os encontros estão disponíveis até 23 de junho, com vagas limitadas. Confira os valores e a ficha de inscrição, no link Encontro Nacional. Para participar dos encontros é necessária apenas uma inscrição. São esperados aproximadamente 700 participantes.

Cultura digital
“Comunicação, desafios e possibilidades para evangelizar na era da cultura digital” será tema de reflexão ao longo do encontro nos seminários e painéis com a presença de pesquisadores da comunicação. Está confirmada a participação de palestrantes internacionais como o padre jesuíta, Antônio Spadaro, autor dos livros Web 2.0 e Ciberteologia, e de Letícia Soberón, da Rede de Informática da Igreja na América Latina (RIIAL), entre outros especialistas.
A Rede de Informática da Igreja no Brasil (RIIBRA) estará no Encontro Nacional da Pascom. Em 2012, a rede foi lançada oficialmente aos comunicadores e agentes da Pastoral da Comunicação. Para o assessor da RIIBRA, padres Clóvis Andrade de Melo, o espaço é de avaliação e serve para definir metas para os próximos anos.


2 de abr de 2014

Dom Fortunato Pablo-OAR é o novo Secretário Geral da Conferência Episcopal Peruana

Prelazia de Chota
Perú



Bispo agostiniano recoleto, dom Fortunato, eleito em janeiro de 2014 na 103ª Assembléia Plenária do Episcopado Peruano Secretário Geral da Conferência Episcopal Peruana, fala sobre suas novas responsabilidades na Igreja.
24 de janeiro, no marco da 103ª Assembleia Plenária do Episcopado Peruano, os bispos do Peru elegeram ao agostiniano recoleto Fortunato Pablo Urcey, bispo Prelado de Chota, como novo Secretario Geral da Conferencia Episcopal Peruana, para o período 2014 – 2017. Vai substituir ao capuchinho italiano Lino Panizza Richero. Dom Fortunato Pablo nos doa um pouco de seu escasso e valioso tempo para contar-nos em que consiste este novo serviço e como o está vivenciando.
 
Mais informações acesse nosso web site oficial:
 

30 de mar de 2014

FREI EDIELSON PRESIDE “MISSA DE CURA E LIBERTAÇÃO” EM SÃO PAULO-SP.

Paróquia Nossa Senhora de Lourdes
São Paulo-SP


Ontem, dia 29 de março de 2014, Frei Edielson, oar, pároco da Paróquia Agostiniana Recoleta Santo Agostinho e São Januário (Rio de Janeiro-RJ) presidiu uma “MISSA DE CURA E LIBERTAÇÃO” na Paróquia também Agostiniana Recoleta Nossa Senhora de Lourdes (São Paulo-SP). Estiveram presentes os frades: Frei Clébson, oar, que atualmente trabalha em Franca-SP, Frei Rhuan, oar (estudante de Teologia – Teologado Santa Mônica), alguns paroquianos de Igarapava-SP, Rio de Janeiro-RJ e os fiéis paulistanos.











 

 
Agradecemos de modo especial ao Fernando Farias (Rio de Janeiro-RJ) que nos enviou as fotos.
 
 
 
 Frei Ricardo, oar
 

 

PORQUE O 4º DOMINGO DA QUAREMA É CHAMADO “DOMINGO DA ALEGRIA”?

Província Santa Rita de Cássia
Brasil

Hoje dia 30 de março de 2014, toda a Igreja celebra o Domingo da alegria, você sabe por que o domingo de hoje leva este nome?
 
  
QUARTO DOMINGO DA QUARESMA
Laersio da Silva Machado e Dom Prósper Guéranger ("O Ano Litúrgico)
O domingo da alegria

Laetare (lat. laetare "Alegra-te!"), também chamado de "Domingo Laetare" ou "Domingo da Alegria", é o quarto domingo da quaresma.

A própria antífona da entrada da celebração (cf. Missal Romano) dá o tom que celebramos: "Laetare Jerusalém", ou em português: “Alegra-te, Jerusalém!”. A celebração litúrgica neste domingo é profundamente marcada pelo tema "luz". Basta olharmos o Evangelho deste dia: é a cena da "cura do cego de nascença". É de tradição da igreja, neste dia, que se use o róseo na liturgia (cor alegre e não a rigidez austera do roxo).

O IV Domingo da Quaresma é chamado de "Laetare". Esta é a primeira palavra da antífona de entrada da missa deste domingo: "Laetare, Jerusalem". "Alegra-te, Jerusalém!" (cf. Is 66,10-11).

É um dos dois únicos dias em que o Missal Romano prevê a possibilidade do uso de paramentos róseos. A cor é expressão visível da alegria que inunda toda a celebração litúrgica, ao aproximar-se a Páscoa da Ressurreição.

A origem da cor rósea está relacionada à bênção das rosas. De início, tratava-se de rosas naturais. Este domingo situa-se próximo do início da primavera no hemisfério norte (haja vista que a Páscoa ocorre no domingo após a primeira lua-cheia da primavera) e, por isso, os cristãos tinham o costume de presentear-se com as primeiras rosas da estação. Depois este domingo foi relacionado à bênção da Rosa de Ouro pelo Papa, como veremos a seguir. Os ritos foram simplificados, mas a Rosa de Ouro ainda é comumente entregue pelo Santo Padre como sinal de apreço. Um exemplo é a Rosa de Ouro que o Papa Bento XVI ofereceu à Basílica Nacional de Nossa Senhora Aparecida durante sua visita em maio de 2007.

Meditando na oração de bênção da Rosa de Ouro apresentada por D. Prósper no texto abaixo, podemos perceber o profundo sentido espiritual que se pode alcançar da cor dos paramentos e desta referência às flores: a Páscoa é a primavera espiritual do cristão, que o renova, revigora e faz exalar o bom perfume de Cristo. Além disso - como se percebe nas últimas frases da oração - a verdadeira rosa, a flor à qual a Liturgia faz referência neste domingo é o Cristo, o Lírio dos Vales, a Flor dos Campos que germinou no Tronco de Jessé.

Outro acento especial é a alegria. Somente na oração de bênção citada por D. Prósper podemos contar nove referências a alegria, felicidade, gozo, contentamento. É a alegria cristã, haurida na Ressurreição do Senhor pela participação nesta em nosso Batismo.

Cabe recordar que o Missal Romano atual afirma que neste domingo, além dos paramentos poderem ser de cor rosa, pode-se ornar o altar com flores e o órgão (ou outros instrumentos) pode voltar a soar nas igrejas, quase como uma antecipação das festas pascais.

Apresento, a seguir, a tradução que fiz de um texto de Dom Prósper Guéranger, OSB, um dos pais do movimento litúrgico, sobre a celebração deste IV Domingo da Quaresma. Além de apresentar a origem histórica da celebração, Dom Prósper oferece-nos também uma excelente meditação sobre o sentido espiritual deste dia.

Este Domingo chamado Laetare, da primeira palavra do Intróito da Missa, é um dos mais célebres do ano. Neste dia a Igreja suspende as tristezas da Quaresma; os cantos da Missa não falam senão de alegria e de consolação; se faz ouvir novamente o órgão, que permaneceu mudo nos três Domingos precedentes; [... ]é consentido substituir os paramentos roxos com paramentos rosa. Os mesmos ritos já os havíamos visto praticarem durante o Advento, no Terceiro Domingo chamado Gaudete. Manifestando hoje a Igreja a sua alegria na Liturgia, quer felicitar-se do zelo de seus filhos; havendo eles já percorrido a metade da santa quaresma, quer estimular o seu ardor a prosseguirem até o fim.
 
 
A Rosa de Ouro

A bênção da Rosa é ainda hoje um dos particulares ritos do Quarto Domingo da Quaresma, por qual razão vem chamado também de Domingo da Rosa. Os graciosos pensamentos que inspira esta flor são em harmonia com os sentimentos que hoje a Igreja quer infundir nos seus filhos, aos quais a alegre Páscoa logo abrirá uma primavera espiritual, em confronto da qual a primavera da natureza não é senão uma pálida idéia. Também esta instituição remonta aos séculos mais distantes. A instituiu são Leão IX, em 1049, na Abadia da Santa Cruz de Woffenheim; e nos resta um sermão sobre a Rosa de Outro, que Inocêncio III pronunciou aquele dia na Basílica da Santa Cruz em Jerusalém (PL 217,393). Na Idade Média, quando o Papa morava ainda no Latrão, depois de haver abençoado a Rosa, seguia em cortejo todo o Sacro Colégio, rumo à igreja da Estação, levando na cabeça a Mitra e na mão esta flor simbólica. Chegado à Basílica, pronunciava um discurso sobre os mistérios representados pela Rosa por causa de sua beleza, a sua cor e o seu perfume. Então se celebrava a Missa; terminada a qual, o Pontífice retornava ao Palácio Laterantense, atravessando a esplanada que separa as duas Basílicas, sempre com a Rosa na mão. Chegado à porta do palácio, se no cortejo era presente um príncipe, cabia a ele conduzir as rédeas e ajudar o pontífice a desmontar do cavalo; em recompensa da sua cortesia recebia a Rosa, objeto de tanta honra.

 



Aos nossos dias a função não é mais tão imponente; mas lhes há conservado todos os principais ritos. O Papa abençoa a Rosa de Ouro na Sala dos Paramentos, a unge com o Santo Crisma e sobre ela espalha um pó perfumado, conforme o rito de um tempo; e quando chega o momento da Missa Solene, entra na Capela do Palácio, tendo entre as mãos a flor. Durante o Santo Sacrifício a rosa é colocada sobre o altar e fixada sobre um rosário de ouro feito para este fim; finalmente, terminada a Missa, ela é levada ao Pontífice, o qual ao sair da Capela a tem sempre entre as mãos até a Sala dos Paramentos. Muitas vezes o Papa costuma enviar a Rosa a qualquer príncipe ou princesa que deseja honrar; outros vezes é uma cidade ou então uma Igreja que é feita objeto de tal distinção.

Bênção da Rosa de Ouro

Damos aqui a tradução da bela oração com a qual o Soberano Pontífice abençoa a Rosa de Ouro: essa ajudará os nossos leitores a melhor penetrarem o mistério desta cerimônia, que acrescenta tanto esplendor ao quarto Domingo da Quaresma: “Ó Deus, que tudo criastes com a vossa palavra e poder, e que governais com a vossa vontade; Vós que sois o gozo e a alegria de todos os fiéis; suplicamos a vossa majestade que vos digneis abençoar e santificar esta Rosa de aspecto e perfume tão agradáveis, que nós devemos hoje em trazer entre as mãos, em sinal de alegria espiritual: para que o povo a vós consagrado, arrancado do jugo da escravidão da Babilônia com a graça do vosso Filho Unigênito, glória e alegria de Israel, exprima com coração sincero as alegrias da Jerusalém do alto, nossa mãe. E como a vossa Igreja, à vista deste símbolo, exulta de felicidade pela glória do vosso Nome, concede-lhe, ó Senhor, um contentamento verdadeiro e perfeito. Agrade-vos a sua devoção, absolve os seus pecados, aumenta-lhe a fé; abate os seus obstáculos e concede-lhe todo bem: para que a mesma Igreja vos ofereça o fruto de suas boas obras, caminhando atrás dos perfumes desta flor, a qual, surgida da planta de Jessé, é misticamente chamada a flor dos campos e o lírio dos vales; e que ela mereça gozar um dia a alegria sem fim na glória celeste, em companhia de todos os Santos, com a Flor divina que vive e reina contigo, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. Amém”.
 
 
FONTES:

GUÉRANGER, D. Prósper, OSB. L’anno liturgico: I. Avvento - Natale - Quaresima – Passione. Trad. it. P. Graziani. Alba, 1959. Disponível em: http://www.unavoce-ve.it/gueranger.htm. Acesso em: 13 mar. 2010.

KECKEISEN, D. Beda, OSB. Missal Quotidiano: completo / em português com o próprio do Brasil: edição B. 24.ed. Salvador: Beneditina, 1964. 


CONVIVÊNCIA DOS RELIGIOSOS NOVOS DA REGIÃO DE SÃO PAULO.


novos00 200Província Santa Rita de Cássia
Região São Paulo

Focando na vida fraterna em comunidade, os religiosos novos da região do estado de São Paulo participam de uma convivência de três dias a eles especificamente preparado.
Entre os dias 17 e 19 de março foi realizada em Ribeirão Preto (São Paulo) uma convivência dos religiosos novos da Província que moram na região de São Paulo. "Religiosos novos" quer dizer os que têm no máximo 5 anos de votos perpétuos.
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Símbolo
da espiritualidade

agostiniana:
tendo como

fundamento a Palavra
de Deus, com um
coração ardente
e atingido pelo
Amor de Deus.
..........novos04 360
Brasão da Província Santa Rita

Os religiosos que participaram foram: Frei André Pereira de Arruda, frei Clébson de Souza Rodrigues, frei Geraldo Inacio, frei Helton Pimenta Fernandes, frei Rodolfo Werneck Pereira; a assessoria correu por conta de frei Nicolás.
 
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Frei Clebson, frei Rodolfo, frei André, frei Nicolás, frei Sérgio Peres e frei Helton
 
A realização da convivência foi motivada pelo processo de revitalização e reestruturação que estamos vivendo na Ordem dos Agostinianos Recoletos. Dentro deste processo está a proposta para o ano 2014, que tem como tema central: “Revitalização, comunidade e vida fraterna”.
 
novos02 259O eixo central de nossas reflexões e partilhas durante os dias da convivência foi “a vida fraterna em comunidade”, sob a luz de dois documentos:
 
1-) "A vida fraterna em comunidade”, promulgado pela Congregação para os Institutos de vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica e;
 
2-) Nossas Constituições e Código Adicional.

OAR = Ordem dos Agostinianos Recoletos

Iluminados por estes dois documentos refletimos sobre a comunidade agostiniano recoleta em três aspectos:
1-) A comunidade religiosa como dom (projeto de Deus),
2-) a comunidade religiosa como lugar de fraternização e
3-) a comunidade religiosa como lugar e sujeito da missão.

Além das reflexões tivemos momentos intensos de oração e de alegre convivência fraterna. A conivência foi concluída no dia 19 com a solene celebração da eucaristia comemorando a solenidade de São José, patrono da Ordem e titular da nossa paróquia de Ribeirão Preto, que estava festejando seu 50º aniversário como tal. A eucaristia foi presidida por frei Sérgio Peres de Paula, pároco, e concelebrada por todos os participantes da convivência.
 
Colaboração enviada por Frei Nicolás, Prior Provincial
Edição: Frei Mason