5 de dez de 2014

FREI ANDRÉ PREGA RETIRO PARA MONJAS AGOSTINIANAS RECOLETAS NO CEARÁ.

Mosteiro Nossa Senhora de Guadalupe
Guaraciaba do Norte-CE


DO DIA 21 DE NOVEMBRO A 01 DE DEZEMBRO DE 2014, O IRMÃO FREI ANDRÉ, ESTEVE EM GUARACIABA DO NORTE, INTERIOR DO CEARÁ PREGANDO UM RETIRO PARA AS MONJAS AGOSTINIANAS RECOLETAS NO MOSTEIRO NOSSA SENHORA DE GUADALUPE.
 Por Frei Ricardo, OAR
Fotos: Monjas Agostinianas Recoletas 



VEJA AS FOTOS:

















Saiba mais acessando a nossa WEB OFICIAL: 


VÍDEO DO PRIOR GERAL DA ORDEM DOS AGOSTINIANOS RECOLETOS POR OCASIÃO DO DIA DA RECOLEÇÃO AGOSTINIANA (05-12-2014).

Província Santa Rita de Cássia
Brasil


Frei Miguel Miró Miró, OAR


Clique e assista:

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=0Aa2284iThM


Saiba mais acessando a nossa WEB OFICIAL:

HOJE (05-12) DIA DA RECOLEÇÃO AGOSTINIANA.

Província Santa Rita de Cássia
Brasil




Recoleção Agostiniana: Sua História

A Comunidade - A Recoleção

1. De Santo Agostinho à Recoleção agostiniana
Para entender o nosso tema, faz-se necessário que voltemos inicialmente o olhar para a grande figura de Santo Agostinho e sua relação com a vida religiosa na Igreja. Santo Agostinho não fundou propriamente uma Ordem religiosa, até porque não existia este conceito no tempo em que viveu, entre os séculos IV e V. Muito embora seja reconhecido e venerado como Fundador.
Em sua fecunda experiência de cristão e de pastor da Igreja, o Hiponense teve a oportunidade de realizar algumas “fundações” particulares de comunidades locais, baseadas na vida comum segundo o evangelho e no desejo de servir à Igreja e difundir,na expressão do Apóstolo São Paulo, o “bom odor de Cristo” por meio de uma convivência exemplar, em outras palavras, evangelizar a partir da comunidade “religiosa” – diríamos hoje, então se empregava o termo técnico “servos de Deus”.
Uma vez que Santo Agostinho foi ordenado Bispo e chamado a presidir a Igreja de Hipona, dedicou aos irmãos de suas fundações o texto que ficou conhecido como a sua Regra. Juntamente com este texto, muitas de suas numerosas cartas e alguns de seus sermões trazem orientações preciosas para aqueles e aquelas (pois havia também comunidades femininas de inspiração análoga), congregados na unidade.
O patrimônio dos escritos e ensinamentos dos chamados Padres da Igreja, entre os quais refulgia sem dúvida o próprio Santo Agostinho, era a base sólida para estabelecer os princípios que norteassem as formulações teológicas, litúrgicas, canônicas, morais e, também, as estruturações que o fenômeno monástico iria, aos poucos, conhecendo. Todo um legado experimentava a necessidade de conservação.
Santo Agostinho morreu num período em que o norte da África, um dos centros mais pujantes da Cristandade antiga, testemunha da monumental obra de Santo Agostinho, via-se submetido à perseguição dos vândalos, perseguição esta que levou a que desaparecessem por completo muitas daquelas primeiras fundações e, em médio prazo, a que aquela Igreja sucumbisse numa penumbra da qual jamais se soergueria.
A palavra de ordem entre os cristãos sobreviventes era transferir, “transferir para salvar”: isto ocorreu no tocante aos livros, incluídos epistolário e sermonário, portadores da doutrina e da espiritualidade e, até fisicamente também, no que concerne às próprias relíquias do santo, que hoje descansam em Pavia, nas adjacências de Milão, na Itália.
A literatura que testemunha a perseguição sofrida pelos cristãos no norte africano, nos séculos V e VI, traz-nos alusões, pelo menos curiosas, a servos de Deus martirizados (hoje diríamos “religiosos”) cuja vida trazia inegáveis ressonâncias agostinianas. É notório também o testemunho da existência de fundações semelhantes em solo europeu, especialmente observado na obra de São Gregório Magno, de impressionante substrato doutrinal agostiniano.
Sob o império de Carlos Magno, cujo início, no século IX, assinala didaticamente o fim do período patrístico, devido a uma busca de uniformização daquela experiência inicial de vida cristã comunitária, institui-se a Regra de São Bento como única expressão do que se formalizava como vida monástica na Igreja. (Com profundos elementos agostinianos em sua espiritualidade).
Apesar de desalojada do ambiente monástico propriamente dito, a Regra de Santo Agostinho conheceu outras expressões visíveis no decorrer da Idade Média, nomeadamente em duas vertentes: a dos cônegos regulares e a dos eremitas.
Definições:
a) cônego (canonicus) era o clérigo afiliado ao serviço de uma igreja local sob a direção imediata do bispo – no século XII, a adoção da Regra de Santo Agostinho foi obrigatória para eles, daí “cônegos regulares”, uma modalidade de vida que ainda hoje existe na Igreja.
b) eremita era o cristão que, em comunidade ou sozinho, afastava-se do convívio social para buscar a Deus entre asperezas e mortificações, em lugares ermos.
O Concílio Lateranense II (1139) equiparará as regras de Santo Agostinho, São Bento e São Basílio Magno, esta última expressão do fenômeno monástico oriental. Por ser menos rígida e mais ampla, a Regra de Santo Agostinho seria então adotada por várias formas novas de vida consagrada que surgiam dedicadas à atenção de enfermos, à redenção de cativos ou à pregação.
Depois da ruralização da Idade Média, o ressurgir das cidades revigorava o ambiente urbano e o Espírito Santo, que sopra onde quer, inspirou na Igreja dos séculos XII e XIII a fundação do que então sim se começavam a chamar Ordens religiosas para responder às necessidades daquele mundo que surgia. Paralelamente à estrutura eminentemente rural dos mosteiros beneditinos, nasciam as Ordens mendicantes, de caráter urbano, compostas não por monges, mas por frades, habitando não mosteiros, mas conventos, verdadeiros centros de evangelização e de atenção pastoral às cidades nascentes. Era o tempo de São Francisco de Assis e São Domingos de Gusmão.
O Papa Alexandre IV, em 1256, procedeu à unificação de diversos grupos de eremitas italianos que viviam, em sua maioria, segundo a Regra de Santo Agostinho, sob o modelo mendicante, constituindo assim, pelo que se chamou Grande União, a Ordem dos Eremitas de Santo Agostinho, hoje conhecida como Ordem de Santo Agostinho ou simplesmente agostinianos. A carência de um fundador formal e de prestígio corporativo, e mais se comparados aos franciscanos e aos dominicanos cujos fundadores lhes eram contemporâneos, induziu ao culto à pessoa de Santo Agostinho, ao estudo de sua doutrina e ao apreço especial pela sua Regra.
Com o passar do tempo, e sob a influência do Renascimento, muitas destas Ordens conheceram períodos de grande relaxamento em relação aos primeiros fervores. Nos inícios do século XVI, começará a engendrar-se o que se conheceria como movimento recoleto.
Os agostinianos de Castela, uma das províncias em que a Ordem se dividia, viviam um momento de grande esplendor com frades verdadeiramente santos e exemplares, (Santo Tomás de Vilanova), porém, o autoritarismo de alguns superiores, os privilégios ou isenções da vida comum e as infrações quanto à pobreza deixavam muito a desejar e advogavam em favor de uma vida mais austera e espiritual.
Contando o espírito reformador do Concílio de Trento recentemente celebrado, a província de Castela, reunida em Capítulo, na cidade de Toledo, Espanha, em 1588, para como consta por escrito “não opor obstáculos à obra do Espírito Santo” autoriza a fundação do que se veio a chamar “casas de recoleção”, ou literalmente, conventos nos que se podia praticar uma forma de vida mais estrita. O grande mentor intelectual e espiritual do movimento foi o grande literato Frei Luís de Leon.
Características do movimento: apreço à Regra primitiva, vida comum e pobreza individual, asperezas e penitência, pobreza comum, oração e recolhimento, estudos e apostolado (sim, mas com certo receio...).
De modo paralelo, entre os agostinianos que viviam na América, surge um movimento semelhante na Colômbia, então reino da Nova Granada.
2. Recoleção agostiniana: seus primeiros passos e um duro golpe
A acolhida da iniciativa capitular logo se fez sentir entre os religiosos agostinianos de Castela, muito embora os novos superiores da província fariam, pouco a pouco, ouvir também as suas vozes descontentes com as fundações recoletas sempre mais numerosas. A convivência entre os frades começou a se fazer difícil. Com o apoio da Santa Sé, na pessoa do Papa Clemente VIII, autoriza-se em 1602, a criação de uma província religiosa recoleta dentro da Ordem agostiniana: a Província de Santo Agostinho dos frades recoletos. Tal era a vitalidade do movimento que, em 1605, aprovou-se a ida dos primeiros missionários recoletos às Filipinas. Os desentendimentos com o restante da Ordem eram cada vez mais intensos até que se consegue a supressão da província, que contava já com 23 conventos, sendo mais tarde reabilitada, depois de muitas gestões, em 1616. Procura-se imediatamente fundar na cidade de Roma, em 1619, para, junto à Santa Sé, fazer frente às investidas de alguns setores da Ordem e garantir a sobrevivência da Recoleção.
Cristaliza-se nesta época o sistema de vida que guiará a Recoleção durante dois séculos: conventos que giravam em torno da vida contemplativa na península, sem descuidar totalmente a atenção pastoral (púlpito, confessionário e enfermos, missões populares), paralelamente às missões nas Filipinas.
Em 1621, o Papa Gregório XV, erige a Congregação dos Frades Recoletos Descalços de Espanha e Índias, subdividindo-a em quatro províncias territoriais e mantendo-a ainda ligada à obediência do Superior geral agostiniano, governada porém, diretamente por um vigário geral, que, na prática, era quem exercia autoridade.
As quatro províncias da Congregação recoleta eram: Santo Agostinho de Castela, Nossa Senhora do Pilar de Aragão, Beato Tomás de Vilanova de Andaluzia e São Nicolau de Tolentino das Ilhas Filipinas, esta última com sede no longínquo arquipélago.
Adquire-se forte consciência de grupo com o fortalecimento das estruturas jurídicas, litúrgicas e com a pesquisa histórica das origens do movimento. Em cinqüenta anos de vida, tinham-se desenvolvido hábitos, interesses e atitudes vitais e espirituais que os afastavam cada dia mais dos agostinianos originais e forjavam assim uma nova corporação cujos membros já não se viam representados nem nas leis nem na liturgia e nem nos costumes da corporação que lhes tinha dado o ser.
Em 1666, não sem antes atravessar grandes dificuldades, a Recoleção americana, surgida paralelamente na Nova Granada, unifica-se com a Congregação, passando a constituir-lhe a quinta província, Nossa Senhora da Candelária.
A pujança espiritual da Recoleção foi característica de todo o século XVII, período de sua franca expansão, em que se contou entre outras coisas com verdadeiros incentivos: a canonização de Santo Tomás de Vilanova, padroeiro de uma de suas províncias (1658) e a beatificação de Rita de Cássia (1627), os primeiros martírios de recoletos no Japão, a implicação dos frades na peste que assolou a cidade de Roma entre 1641 e 1651.
O século XVIII, apesar de tudo isso, trouxe certa tibieza e imobilismo a esta organização. A sociedade espanhola era então, a grandes rasgos, uma sociedade sacudida pelo confronto entre liberais e conservadores: derrotada, empobrecida e sem maiores ideais. Perdia-se impulso e fervor místico e não se sabia se de fato as vocações ao claustro não representavam mais que tentativas de se escapar de uma crise social aguda. Juntamente a isso, e mesmo depois de iniciativas que procuravam superar a crise (o patrocínio de São José, 1699; o novo ritual musicado, 1735), conste que as intervenções civis e eclesiásticas foram minando a vida espiritual da Congregação.
Culminando o século XVIII e iniciando-se o XIX, com a crise napoleônica, chegou-se a um verdadeiro golpe fatal, a desamortização de 1835. O próprio termo entranha um preconceito típico dos soberanos então ditos ilustrados, devedores do Iluminismo. A Colômbia, já então nação independente, veria algo semelhante em 1861.
O que foi a desamortização?
Consistiu em colocar no mercado, mediante leilão, as terras e bens não produtivos em poder das assim consideradas «mãos mortas», quase sempre a Igreja Católica ou as ordens religiosas e territórios nobiliários, que os tinham acumulado com o passar dos anos como habituais beneficiárias de doações ou testamentos. Sua finalidade foi a de acrescentar a riqueza nacional e criar uma burguesia e classe média de lavradores proprietários. Além disso, o erário obteria ingressos extraordinários mediante os quais se pretendia amortizar os títulos da dívida pública.
Este processo se deu, na verdade, em diferentes etapas, porém, com a morte do rei Fernando VII, em 1833, e a regência de Maria Cristina de Bourbon, o ministro da Fazenda Juan Álvarez Mendizábal levou a cabo a terceira e mais profunda destas reformas, incluindo apenas bens da Igreja e das ordens.
No lapso de tempo entre 1834 e 1836, quase todos os conventos masculinos da Espanha tinham sido suprimidos e os religiosos obrigados a viver fora deles e a despojar-se do hábito. Os 33 conventos das três províncias agostinianas recoletas que estavam sediadas na península extinguiram-se e poderia ter sido este o triste fim da Congregação de agostinianos recoletos não fosse a permanência do convento de Monteagudo, na região de Navarra, cuja finalidade era a de preparar missionários para as Filipinas. Apesar de seus princípios contrários à vida religiosa, ao governo interessava manter o fluxo de missionários para a Ásia como instrumento da presença de espanhóis naquelas terras. Sem Monteagudo, a Recoleção não existiria como, de fato, se extinguiu entre os agostinianos de outras nações, também elas promotoras de desamortizações, tais como Portugal e França.
Despojada de seus conventos na Espanha e impedida de praticar a vida comum, a Congregação recoleta converteu-se numa corporação eminentemente missionária e apostólica, acomodando-se ao sistema de vida que, até então, desde a sua fundação em 1621, tinha sido próprio e exclusivo da província das Filipinas.
3. Reorganização da vida agostiniana recoleta
Em 1898, porém, a Revolução Filipina e a conseqüente independência daquele país produziu um novo choque na vida dos agostinianos recoletos, obrigados a deixar aquele arquipélago tão singularmente ligado à história da Congregação já fazia quase três séculos. Este fato esteve na origem da expansão que a Recoleção conheceria, a partir de então, pelo continente americano, uma vez que os poucos conventos existentes na Espanha não seriam suficientes para abrigar todos os religiosos que vinham expulsos do oriente. Mudaria, portanto, o campo de apostolado da Congregação, embora o apostolado em si continuasse a ser a característica mais visível da sua vida e espiritualidade.
Tem início com esta nova abertura de horizontes a fase que se conhece como a normalização da vida da Congregação e surgiu, com a primeira celebração de um Capítulo geral ordinário depois de muitos anos, em 1908, a idéia de restaurar as antigas províncias suprimidas com a desamortização.
Já a partir de 1888, Santo Ezequiel Moreno empreendera a heróica tarefa de restaurar a província colombiana de Nossa Senhora da Candelária, suprimida nos idos de 1861 por processo análogo ao que, décadas antes, tinha ocorrido na Espanha.
Desde a volta das Filipinas, tinham-se aberto casas novamente na Andaluzia, algumas das quais ainda existem e são já centenárias, nas cidades de Granada e Motril. Com estas e as já então existentes no Brasil, onde os agostinianos recoletos se faziam presentes desde 1899, restaurou-se aos 10 de junho de 1909, a Província de Santo Tomás de Vilanova, constituindo-se como a terceira província da Congregação, detrás da província de São Nicolau de Tolentino das Filipinas que nunca chegou a ser extinta e da província colombiana de Nossa Senhora da Candelária, então também recentemente restaurada.
Pouco tempo depois, os agostinianos recoletos seriam agraciados pelo Papa São Pio X com a autonomia jurídica plena em relação aos demais agostinianos, recebendo a até então Congregação o status de Ordem religiosa independente, subordinada a um Superior geral próprio, aos 16 de setembro de 1912: Ordem dos Recoletos de Santo Agostinho, mais tarde, Ordem dos Agostinianos Recoletos. Daí em diante, conheceria um progresso notável: das três províncias de então, hoje conta com oito.
Edição para o Blog: Frei Ricardo, OAR



Saiba mais acessando a nossa WEB OFICIAL:



4 de dez de 2014

PARA NOSSA REFLEXÃO: LIÇÃO DE VIDA.

Província Santa Rita de Cássia
Brasil



Um jovem foi se candidatar a um alto cargo em uma grande empresa. Passou na entrevista inicial e estava indo ao encontro do diretor para a entrevista final. O diretor viu seu CV, era excelente. E perguntou-lhe:
-Você recebeu alguma bolsa na escola?
-O jovem respondeu:
-Não.
-Foi o seu pai que pagou pela sua educação?
-Sim - respondeu ele.
-Onde é que seu pai trabalha?
-Meu pai faz trabalhos de serralheria.
O diretor pediu ao jovem para mostrar suas mãos. O jovem mostrou um par de mãos suaves e perfeitas.
-Você já ajudou seu pai no seu trabalho?
-Nunca, meus pais sempre quiseram que eu estudasse e lesse mais livros. Além disso, ele pode fazer essas tarefas melhor do que eu.
O Diretor lhe disse:
-Eu tenho um pedido: quando você for para casa hoje, vá e lave as mãos de seu pai. E venha me ver amanhã de manhã.
O jovem sentiu que a sua chance de conseguir o trabalho era alta!
Quando voltou para casa, ele pediu a seu pai para deixá-lo lavar suas mãos.
Seu pai se sentiu estranho, feliz, mas com uma mistura de sentimentos e mostrou as mãos para o filho. O rapaz lavou as mãos de seu pai lentamente. Foi a primeira vez que ele percebeu que as mãos de seu pai estavam enrugadas e tinham muitas cicatrizes. Algumas contusões eram tão dolorosas que sua pele se arrepiou quando ele a tocou.
Esta foi a primeira vez que o rapaz se deu conta do significado deste par de mãos trabalhando todos os dias para pagar seus estudos. As contusões nas mãos eram o preço que seu pai teve que pagar por sua educação, suas atividades escolares e seu futuro.
Depois de limpar as mãos de seu pai, o jovem ficou em silêncio organizando e limpando a oficina do pai. Naquela noite, pai e filho conversaram por um longo tempo.
Na manhã seguinte, o jovem foi encontra-se com o Diretor.
O diretor percebeu as lágrimas nos olhos do moço quando ele perguntou:
-Você pode me dizer o que você fez e aprendeu ontem em sua casa?
O rapaz respondeu:
-Lavei as mãos de meu pai e também terminei de limpar e organizar sua oficina. Agora eu sei o que é valorizar, reconhecer. Sem meus pais, eu não seria quem eu sou hoje. Por ajudar o meu pai agora eu percebo o quão difícil e duro é para conseguir fazer algo sozinho. Aprendi a apreciar a importância e o valor de ajudar a família.
O diretor disse:
-Isso é o que eu procuro no meu pessoal. Quero contratar uma pessoa que possa apreciar a ajuda dos outros, uma pessoa que conhece os sofrimentos dos outros para fazer as coisas, e que não coloca o dinheiro como seu único objetivo na vida. Você está contratado.
Uma criança que tenha sido protegida e habitualmente dado a ela o que quer, desenvolve uma mentalidade de "Tenho direito" e sempre se coloca em primeiro lugar. Ignora os esforços de seus pais.
Se formos esse tipo de pais protetores, estamos realmente demonstrando amor ou estamos destruindo nossos filhos?
Você pode dar ao seu filho uma casa grande, boa comida, educação de ponta, uma televisão de tela grande. Mas quando você está lavando o chão ou pintando uma parede, por favor, o faça experimentar isso também. Depois de comer, que lave os pratos com seus irmãos e irmãs. Não é porque você não tem dinheiro para contratar alguém que faça isso; é porque você quer amar do jeito certo. Não importa o quão rico você é, mas você quer entender. Um dia, você vai ter cabelos brancos como a mãe ou o pai deste jovem.
O mais importante é que a criança aprenda a apreciar o esforço e ter a experiência da dificuldade, aprendendo a capacidade de trabalhar com os outros para fazer as coisas.
Por Adri Gehlen Korb
Edição para o Blog: Frei Ricardo, OAR


Saiba mais acessando a nossa WEB OFICIAL:



3 de dez de 2014

COQUETEL EM CASTELO-ES DE LANÇAMENTO DO LIVRO DE AUTORIA DE FREI ADEMILDO GOMES: “DO DESESPERO À ESPERANÇA”.

Paróquia Nossa Senhora da Penha
Castelo-ES




No último domingo passado (30-11-2014) no salão paroquial da paróquia de Castelo-ES, Frei Ademildo Gomes fez o lançamento de seu mais novo livro: “DO DESESPERO À ESPERANÇA”. Estiveram presentes um grande número de amigos, paroquianos e, também seus familiares.

O próprio Frei Ademildo descreve o momento:
“Momento ímpar na minha vida, na presença de familiares e amigos. Muito obrigado a todos que organizaram esse especial acontecimento e a todos que vieram prestigiar. Deus os abençoe e o cumule de esperança. Os livros se encontram a venda na secretaria da Paróquia (Castelo-ES), como também na Livraria Diocesana e na Loja Católica Boa Semente (Castelo-ES). Preço: 20,00”.

Aqueles que desejarem adquirir o livro podem entrar em contato diretamente com o autor através de: https://www.facebook.com/ademildo.gomes

Frei Ricardo, OAR
Veja algumas fotos do evento:





















Saiba mais acessando a nossa WEB OFICIAL:

  

PAIS DE FREI GUSTAVO E A AMIGA IVONETE O VISITAM NA PRELAZIA DE LÁBREA-AM.

Prelazia de Lábrea
Lábrea-AM

Leônea, Ivonete, Frei Gustavo e Orlando


Na última semana passada (de 27-11 a 03-12-2014), Frei Gustavo, religioso de nossa província que, atualmente é missionário na Prelazia de Lábrea-AM teve a imensa alegria de receber pela primeira vez em terras amazônicas, a visita de seus pais (Orlando e Leônea) e da amiga Ivonete.
Eles puderam conhecer de perto os trabalhos que Frei Gustavo ali realiza. Navegaram pelos rios da região e conheceram a realidade do povo da Amazônia.

Que o Senhor continue abençoando e enviando santas vocações à vida religiosa missionária.

Por Frei Ricardo, OAR
Fotos: Frei Gustavo, OAR

Veja em fotos como foi essa abençoada visita:


















Saiba mais acessando a nossa WEB OFICIAL:



1 de dez de 2014

CELEBRAÇÃO EM FAMÍLIA - A COROA DO ADVENTO: OS SÍMBOLOS QUE NOS AJUDAM A CELEBRAR MELHOR.

Província Santa Rita de Cássia
Brasil



O Advento e o Natal celebramo-los a partir de orações, cantos e, sobretudo leituras bíblicas que nos introduzem no seu mistério. Mas também nos pode ajudar, tanto na Igreja com no ambiente familiar ou escolar, um símbolo tão simples como o da Coroa de Advento ou, como lhe chama o Ritual das Bênçãos, a coroa das luzes de Advento.
Trata-se de um suporte, normalmente redondo, com um aro de arame ou madeira, revestido de ramos vegetais ou de musgo: ou seja, uma coroa entrançada como verde que se conserva, como os fetos. Sem flores. Sobre ela colocam-se quatro velas novas, de cor uniforme ou variada, como se prefira. A coroa coloca-se sobre uma mesa, ou sobre um tronco de árvore.

Rito para a celebração em família
A Coroa pode ser colocada na sala de visitas ou na sala de jantar. Antes do almoço ou jantar do domingo, a família reúne-se me torno dela.

Primeiro Domingo
O pai: Pai santo, hoje começa o tempo de preparação para a festa do nascimento do Vosso Filho. Suplicamo-vos que abençoeis esta Coroa e concedais graças abundantes a todos nós que, com alegria e esperança, vigiamos nos preparando para o Santo Natal. Que este ano seja para nós uma nova oportunidade para buscar a coroa que nos aguarda no céu. Por Cristo, nosso Senhor. Amém
O pai de família acende a primeira vela.
A Mãe: Senhor, despertai em nós o desejo de nos preparar para a vinda do Cristo através da prática das boas obras, para que, colocados um dia à sua direita, mereçamos possuir o Reino dos Céus. Por Cristo, nosso Senhor. Amém.
Os filhos: Senhor Pai Santo, com a luz do vosso Filho que veio em nossa carne mortal, abençoai a nossa família, dai-nos todo bem e toda graça e conservai-nos sempre na vossa paz, para que nosso lar seja sinal e fermento do Reino dos Céus. Por Cristo, nosso Senhor. Amém.

Colaboração: Santuário do Senhor Bom Jesus – Divinópolis-MG.
Edição para o Blog: Frei Ricardo, OAR

Saiba mais acessando a nossa WEB OFICIAL:





FREI SÉRGIO SAMBL E DEMAIS RELIGIOSOS AGOSTINIANOS RECOLETOS CONCELEBRAM A EUCARISTIA NA BASÍLICA DE SÃO PEDRO – ROMA.

Basílica de São Pedro
Roma - Itália

Frei Sérgio é o terceiro da direita para a esquerda


No dia 30 de novembro de 2014, Primeiro Domingo do Advento, deu-se início ao ANO DA VIDA CONSAGRADA. A nossa ORDEM DOS AGOSTINIANOS RECOLETOS fez-se presente com dez religiosos na solene celebração eucarística na BASÍLICA DE SÃO PEDRO presidida pelo presidente da CONGREGAÇÃO PARA VIDA RELIGIOSA E INSTITUTOS DE VIDA CONSAGRADA, CARDEAL DOM JOÃO BRÁS. Destacamos a presença de FREI SÉRGIO SAMBL de nossa PROVÍNCIA DE SANTA RITA DE CÁSSIA.

Por Frei Ricardo, OAR
Fotos: Frei Juan Pablo, OAR


Capa do Ritual para Celebração 

Durante a celebração. Frei Sérgio é o sexto da esquerda para direita

Presidência do Cardeal Dom João Brás

Durante a comunhão


Saiba mais acessando a nossa WEB OFICIAL: