19 de dez de 2014

VÍDEOS SOBRE A MISSÃO EM LÁBREA-AM.

Prelazia de Lábrea
Lábrea-AM

Frei Gustavo e Missionário Orly com os funcionários e alunos do "Centro Esperança" Lábrea-AM


Conheça um pouco da MISSÃO AGOSTINIANA RECOLETA NA PRELAZIA DE LÁBREA-AM através desses dois vídeos:





Saiba mais acessando a nossa WEB OFICIAL: 

18 de dez de 2014

RESENHA DO RELIGIOSO FREI RICARDO SOBRE A OBRA "VITA CONSECRATA" DE SÃO JOÃO PAULO II.

Província Santa Rita de Cássia
Brasil




COMPARTILHAMOS AQUI UMA RESENHA REDIGIDA PELO RELIGIOSO FREI RICARDO ALBERTO DIAS, OAR, NO QUAL NOS CONVIDA A REFLETIRMOS SOBRE A VIDA CONSAGRADA.

Carlos Wojtyla, nasceu em Wodiwice (Polônia). Eleito papa no dia 16 de outubro de 1978, foi o primeiro pontífice não italiano a 455 anos. Teólogo, doutor em Filosofia, escritor e poeta.
        O fundamento evangélico da vida consagrada, se estabelece durante a insistência de Jesus ao convidar  seus discípulos não só a acolherem o reino de Deus na sua vida, mas também a colocarem a própria existência a serviço dessa causa, deixando tudo e imitando mais de perto a sua forma de vida. Com tal identificação ao ministério de Cristo, a vida consagrada realiza a titulo especial aquela confessio Trintatis, que caracteriza toda a vida cristã, reconhecendo extasiada a beleza sublime de Deus Pai, Filho e Espírito Santo, e testemunhando com alegria a sua amorosa magnanimidade com todo ser humano. Portanto, a vida consagrada é um anúncio daquilo que o Pai, pelo Filho no Espírito Santo, realiza com seu amor, a sua bondade e a sua beleza.
        Todo aquele que foi regenerado em Cristo é chamado a viver, pela força que lhe vem do dom do Espírito, a castidade própria do seu estado de vida, a obediência a Deus e à Igreja, e um razoável desapego dos bens materiais, por que todos são chamados à santidade, que consiste na perfeição da caridade.
        À vida consagrada pertence certamente o mérito de ter contribuído eficazmente para manter viva na Igreja a exigência da fraternidade, como confissão da Trindade. Para as pessoas consagradas torna-se uma exigência interior o colocar tudo em comum, bens materiais e experiências espirituais, talentos e inspirações, como também ideais apostólicos e serviço caritativo.
        O Espírito Santo, que, ao longo dos tempos suscitou numerosas formas de vida consagrada, não cessa de assistir a Igreja, quer alimentando nos Institutos já existentes o esforço de renovação na fidelidade ao carisma original, quer atribuindo novos carismas a homens e mulheres do nosso tempo, para que dêem vida às instituições adequadas aos desafios de hoje. A missão da vida consagrada e a vitalidade dos institutos dependem, sem dúvida, do empenho de fidelidade com que os consagrados respondem à sua vocação.
        À imagem de Jesus, dileto filho, a quem o Pai consagrou e enviou ao mundo, também aqueles que Deus chama a seguir a Cristo são consagrados e enviados ao mundo para imitar o seu exemplo e continuar a sua missão. Na realidade, a missão, antes de ser caracterizada pelas obras externas, define-se pelo tornar presente o próprio Cristo no mundo, através do testemunho pessoal. Este è o desafio, a tarefa primaria da vida consagrada. Quanto mais se deixa conformar com Cristo, tanto mais o torna presente no mundo, perante para a salvação dos homens. Além disso, a vida consagrada também participa na missão de Cristo através da vida fraterna em comunidade para missão.
        Na historia da Igreja, juntamente com outros cristãos, não faltarão homens e mulheres consagrados a Deus que exerçam, por dom particular do Espírito, um autêntico ministério profético, falando em nome de Deus, a todos, também aos pastores da Igreja. A verdadeira profecia nasce de Deus, da amizade com Ele, da escuta diligente da sua palavra nas diversas circunstâncias da sua palavra. No nosso mundo, onde freqüentemente parecem terem-se perdido os vestígios de Deus, torna-se urgente um vigoroso testemunho profético por ante as pessoas consagradas. A todas as pessoas consagradas é pedido a ousadia do profeta que não tem medo de arriscar a própria vida. Elas têm o dever de oferecer generosamente acolhimento e acompanhamento espiritual a quantos, movidos pela sede de Deus e desejos de viverem as exigências profundas da fé, se lhes dirigem.
        É muito interessante como o autor busca através desta obra  Abordar todo contexto da vida consagrada, mostrando que a mesma, sempre foi profundamente arraigada nos exemplos e ensinamentos de Cristo Senhor, e que é um dom de Deus Pai à sua Igreja, por meio do Espírito.
        A presença universal da vida consagrada e o caráter evangélico do seu testemunho provam que ela não é uma realidade isolada e marginal, mas diz respeito a toda Igreja. A vida consagrada manifesta o caráter unitário do mandamento do amor de Deus, na sua conexão indivisível entre o amor de Deus e o amor do próximo.
        O autor deixa bem claro que, estas novas formas de vida consagrada, que se vêem juntar-se às antigas, testemunham a constante atração que a doação total ao Senhor, o ideal da comunidade apostólica, os carismas de fundação continuam exercendo mesmo sobre a geração atual, e são também sinal da complementaridade dos dons do Espírito. Esclarece também a importância dos religiosos. Deixando de lado as avaliações superficiais de funcionalismo. Sabemos que a vida consagrada é importante, precisamente por ser superabundância de gratuidade e de amor, o que se torna ainda mais verdadeiro num mundo que se arrisca a ficar sufocado na vertigem do efêmero (passageiro).
        Outra coisa importante é lembrar que, por ser doação total de mesmo a quem mais ama, a consagração religiosa será também, e sempre perpétua. Dar-se inteiramente a alguém implica e exige que o seja para sempre. O amor que não é para sempre carece de autenticidade. Por isso bem diz o povo: “O amor sempre é eterno,se não for eterno não é amor.” Embora o homem esteja sujeito à caducidade do tempo, ele não nasce para a temporalidade, mas sim para a eternidade. Seus anseios e projetos mais recônditos não são para este mundo, e sim para a eternidade. Além do mais, vida consagrada é dom de Deus, e os dons de Deus são irrevogáveis e sua fidelidade inquebrantável. Essa fidelidade é que cria no vocacionado a capacidade de um sim permanente e irrevogável.
        Finalmente conclui-se que a consagração religiosa tem também caráter de plenitude. Isso equivale a dizer que a vida consagrada de nada carece para tornar o homem plenamente realizado e feliz. Pelo contrário, este é o estado de vida em que a pessoa  mais plenamente realiza as aspirações mais profundas de seu ser, principalmente as que procedem de sua dimensão transcendental. As amizades e comunhões humanas, por mais plenas e fiéis que sejam, são incapazes de atender os anseios mais profundos do coração do homem. Só alguém que é verdadeiramente Deus e ao mesmo tempo homem perfeito, Cristo, pode estabelecer com a criatura humana um convívio realmente plenificado. Assim, o verdadeiro consagrado, em vez de dizer que nada possui, que sacrificou ou perdeu sua liberdade ou, ainda, que levar uma vida privada do amor humano, testemunhará, com a própria vida, ser homem plenamente livre, rico e cheio de amor, por que quem nele vive é Cristo, o homem perfeito.
  
Fonte: JOÃO PAULO II, Vita Consecrata. São Paulo. Paulinas, 1996.
Por Frei Ricardo Alberto Dias, OAR

Saiba mais acessando a nossa WEB OFICIAL:


15 de dez de 2014

AGOSTINIANOS RECOLETOS PARTICIPAM DA COMEMORAÇÃO DO DIA NACIONAL DA FAMÍLIA PELO REGIONAL II DA DIOCESE DE CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM-ES.

Paróquia Nossa Senhora da Consolação
Cachoeiro do Itapemirim-ES



O Regional II da Diocese de Cachoeiro de Itapemirim, que compõem as paróquias da cidade de Cachoeiro de Itapemirim, motivados pela Pastoral Familiar, promoveram no início da noite do dia 8 de dezembro de 2014, dia Solenidade da Imaculada Conceição de Nossa Senhora e no Brasil, também, é comemorado o Dia Nacional da Família.
Antes das 19h, horário marcado para saída da procissão à Igreja/Matriz de Nossa Senhora da Consolação, um bom número de fiéis estavam na Catedral de São Pedro para participarem de um momento de adoração silenciosa ao Santíssimo Sacramento da Eucaristia.
Após esse momento e motivados pelo Padre Gelson de Souza (clero diocesano) deu-se início a caminhada, com a presença do Padre Antônio Tatagiba Vimercati - Vigário Geral da Diocese de Cachoeiro de Itapemirim e do Frei Agostinho Morosini, O.A.R. - pároco da Paróquia Nossa Senhora da Consolação, acompanhados dos acólitos da Paróquia Nossa Senhora da Consolação.
Ao chegar à Igreja de Nossa Senhora da Consolação deu-se início a Celebração Eucarística presidida pelo Padre Antônio Tatagiba Vimercati e concelebrada pelo Padre Gelson de Souza, pelo Frei Agostinho Morosini, O.A.R., Frei Enéas Berilli, O.A.R., Frei Didier Esperidião Neto, O.A.R. e Frei Ademir João Garcia, O.A.R. e pelo diácono permanente.
Na homilia Padre Tatagiba perguntou onde está a família e onde está cada pessoa, diante das mudanças culturais? E se somos levados a mudar nossos hábitos conforme a cultura muda?
E Padre Gelson disse que os hábitos familiares de rezar juntos e participar da Igreja, podem ser considerados coisa antiquada, mas necessária para forjar famílias fortes.
Antes de terminar a Santa Missa, Padre Tatagiba chamou ao presbítero a Rosângela Sechin, esposa do diácono permanente Sérgio Sechin, para que ela desse uma fala sobre o importante trabalho da Pastoral Familiar no Regional II da Diocese de Cachoeiro de Itapemirim.
A Igreja de Nossa Senhora da Consolação ficou repleta de fiéis das diversas paróquias da cidade de Cachoeiro de Itapemirim.
Agradecemos penhoradamente a Sra. Ester Tibúrcio pelo registro fotográfico desse momento tão importante para o Regional II da Diocese de Cachoeiro de Itapemirim.

Mais fotos pelo endereço: www.facebook.com/paroquiadaconsolacao
Fonte: Blog da Paroquia N. S. da Consolação

Veja algumas fotos do evento:




  
Saiba mais acessando a nossa WEB OFICIAL: