18 de fev de 2016

VEJA POR IMAGENS COMO ESTÁ SENDO O “ENCONTRO COM PRIORES E PÁROCOS” EM SÃO PAULO.

Seminário Santa Mônica
São Paulo-SP



        Nesta semana corrente, (15 à 19/02/2016) está acontecendo no Seminário Teológico Santa Mônica, localizado na capital paulista, o “ENCONTRO DOS PRIORES E PÁROCOS COM O CONSELHO PROVINCIAL DA PROVÍNCIA SANTA RITA DE CÁSSIA”.
  
       Ontem, dia 17/02 os frades receberam a visita de Dom Júlio bispo auxiliar de São Paulo (Região Lapa), que também presidiu a Santa Missa concelebrada por todos os frades na capela interna do seminário.
                          
        Participam do encontro:

Frei Nicolás – Prior Provincial;
Frei Afonso – Prior do Seminário N. S. Aparecida (Franca-SP);
Frei Rodolfo – Vice-prior do Seminário N. S. Aparecida (Franca-SP);
Frei Francisco – Prior da comunidade N. S. Graças (Franca-SP);
Frei José Carlos – Prior da comunidade Sagrado Coração de Jesus (Franca-SP);
Frei Sérgio Peres – Prior da comunidade São José (Ribeirão Preto-SP);
Frei Alcimar – Prior da comunidade Santa Mônica (São Paulo-SP);
Frei Wagno – Prior da comunidade Santa Rita de Cássia (Igarapava-SP);
Frei Agostinho – Prior da comunidade Santa Rita de Cássia (Vitória-ES);
Frei Silvestre – Prior da comunidade N. S. da Consolação (Cachoeiro do Itapemirim-ES);
Frei Jonas – Prior da comunidade São João Batista (Muqui-ES);
Frei Mário – Prior da comunidade N. S. da Penha (Castelo-ES);
Frei Edielson – Prior da comunidade São Januário (Rio de Janeiro-RJ);
Frei Leopoldo – Pároco da Paróquia São José (Ribeirão Preto-SP);
Frei Gracione – Pároco da Paróquia N. S. Aparecida (Franca-SP);
Frei Ademildo – Conselheiro Provincial;
Frei Mason – Secretário Provincial.

“Dá-me o que mandas e, manda-me o que queres”! (Santo Agostinho).

Por Frei Ricardo Alberto Dias, OAR
Fotos: Equipe de Comunicação – Província Santa Rita


Algumas fotos do encontro:


















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17 de fev de 2016

QUARESMA – TEMPO DE CONVERSÃO, TEMPO DE PENITÊNCIA, TEMPO DE MUDANÇA DE VIDA.

Província Santa Rita de Cássia
Brasil



Quaresma[1], tempo de conversão, tempo de penitência, tempo de mudança de vida. Quaresma, “quarenta dias”, considerados à luz do simbolismo bíblico, tempo salvífico-redentor, no qual voltamos para o interior de nós mesmos no esforço de realizar o verdadeiro encontro com o próprio Deus que habita na intimidade em cada um de nós.

A Quaresma é também um período em que nós, católicos, somos incentivados e orientados pela Igreja a fazermos com mais dedicação, três exercícios espirituais tradicionais: esmola, jejum e oração em preparação à grande Solenidade da Páscoa do Senhor. No entanto, a Quaresma nos convida mais do que a práticas exteriores, a movermos os nossos corações às necessidades de nossos irmãos e irmãs.

Esse tempo propício à conversão e à penitência é baseado no número quarenta por estar este número associado a alguns eventos muito significativos na história sagrada. O povo hebreu, guiado por Moisés, passou quarenta anos em peregrinação no deserto, em direção e de volta à terra prometida. Moisés ficou quarenta dias e quarenta noites no monte Sinai, quando então, recebeu as tábuas da Lei de Deus. Jesus passou quarenta dias e quarenta noites no deserto, como experiência espiritual na sua preparação para o início da sua vida pública, tendo sido tentado pelo diabo no momento em que sentia fome e sede.


ORIGEM DA PÁSCOA

Os hebreus, depois que retornaram à terra prometida, começaram a celebrar a grande festa da Páscoa, que significa “passagem”: da vida de opressão e morte no Egito à vida de liberdade na sua própria terra. Eles escolheram o início do ano no seu calendário lunar, que coincide, também, com o início da primavera no hemisfério norte, o que correspondia ao dia 14 do mês de Nissan. Esse dia corresponde, também, ao chamado equinócio da primavera, quando o dia, que durava menos do que a noite durante o inverno, agora igualava a noite e, a partir de então, cresceria até tornar-se bem maior que a noite, durante o verão. Ora, este simbolismo remetia à consciência de que as trevas foram superadas pela luz, que a vida em liberdade vencera a morte na escravidão do Egito. Nesse dia, ainda, ocorria, sempre, a Lua cheia, já que o calendário hebraico era e continua a ser um calendário lunar, isto é, cada mês é de 28 dias, correspondente aos 28 dias de rotação da Lua em torno da Terra. O dia 14 de Nissan era, portanto, pleno de significado religioso para o povo hebreu, que a partir desse dia comemorava aquela importante festa da Páscoa, num período de Lua cheia e luminosidade noturna bem maior que noutros dias, e com dias cada vez mais longos que as noites.

Os católicos, tendo em vista todo o simbolismo e toda a tradição do povo hebreu na celebração de sua Páscoa, aproveitou esse mesmo simbolismo para aplicá-lo à Páscoa cristã. Afinal, à semelhança da Páscoa judaica, a ressurreição de Jesus marca para nós a Páscoa cristã, isto é, a passagem de Jesus da escravidão da morte para a liberdade da vida gloriosa, tendo a morte sido definitivamente derrotada pela Sua ressurreição.


PARA BEM VIVER A QUARESMA

Quando a Igreja propõe aos seus fiéis um período mais propício a um retiro espiritual, marcado por jejum, oração e esmola, não está tanto querendo colocar ênfase no sofrimento como meio de purificação e perdão de pecados. Está, sim, mais preocupada com o fato de que os cristãos precisam, dada a própria condição humana – marcada pelo sofrimento nas várias dimensões da vida – exercitar a solidariedade com aqueles irmãos mais sofridos em nossa sociedade. Pelo jejum, o cristão se volta para si mesmo, buscando o seu autodomínio; pela oração, ele se volta humildemente para seu Deus; pela esmola, o cristão se volta para o seu semelhante, para o seu próximo, num exercício mais prático de solidariedade e partilha. A Igreja acredita que tais exercícios têm muito a contribuir para o crescimento espiritual dos fiéis. E este crescimento terá como consequências a santificação da própria Igreja e, por seu intermédio, a santificação do mundo.

Os fiéis, para bem viverem esse riquíssimo tempo quaresmal, devem conscientizar-se de que os exercícios propostos valem a pena e não devem ser vividos somente durante a Quaresma, mas, especialmente, nesse período. Os exercícios quaresmais devem fortalecer os cristãos para os desafios da própria vida cristã ao longo de todo o ano, não se limitando apenas ao período da Quaresma. Esse período litúrgico, finalmente, visa a colocar o cristão, uma vez por ano, em sintonia fina com o seu Mestre, Senhor e Salvador, Jesus Cristo, especialmente naquilo em que consistiu sua Missão: a redenção dos pecados pela sua paixão, sua morte e sua gloriosa ressurreição.
Por Frei Ricardo Alberto Dias, OAR


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[1] Cf. ARAGONO, Uilso. QUARESMA – UM TEMPO LITÚRGICO MÓVEL E SEU SIGNIFICADO. In.: http://mondaespero-blog-uilso.blogspot.com.br/2012/03/quaresma-um-tempo-liturgico-movel-e-seu.html. Acessado em 21/02/2014.


14 de fev de 2016

DE 01 A 13 DE FEVEREIRO DE 2016 ACONTECERAM AS “SEMANAS DE FORMAÇÃO AGOSTINIANA RECOLETA” NO SEMINÁRIO NOSSA SENHORA APARECIDA EM FRANCA-SP.

Seminário Nossa Senhora Aparecida - Capelinha
Franca-SP




        Reunidos no Seminário Filosófico Agostiniano Recoleto de Nossa Senhora Aparecida (Franca-SP) nos dias 01 a 13 de fevereiro de 2016, os estudantes de filosofia do dito seminário e os religiosos professos simples do Teologado Santa Mônica participaram das semanas de formação Agostiniano Recoleta seguindo a exigência da formação inicial de nossa Ordem. Estas semanas possuem por objetivo marcar áreas importantes na vida religiosa:

. Vida de oração (oração e retiro em comum);
. Vida de estudo (palestras, formações e leituras);
. Trabalhos manuais;
. Fraternidade entre os formandos.

        Nos dias 02 e 03 fomos assessorados pelo professor André Luis Centofante Silva que na oportunidade nos introduziu em seu livro “Como planejar um encontro de jovens” (LOYOLA, 2012), e no dia 04, um breve curso sobre finanças pessoais. Nestes dias de curso com o Professor André, participaram conosco os seminaristas diocesanos de Franca (SP) bem como os formadores diocesanos, Padre Leonaldo e Padre Juliano. Dos dias 02 a 06, o também professor e presidente do secretariado de formação da Província Santa Rita de Cássia, Frei Afonso de Carvalho Garcia, ministrou-nos uma rica formação sobre a “Leitura orante da Bíblia” bem como colóquios sobre “Santo Agostinho e a Bíblia. Já nos dias 07, 08 e 09 de fevereiro, Frei André Pereira e Frei Gustavo Barbiero, ambos promotores vocacionais da província Santa Rita de Cássia, contribuíram conosco pregando os exercícios espirituais agostinianos onde todos os estudantes, veteranos e novos seminaristas, além dos religiosos de votos simples, participaram e puderam encher-se com a graça de Deus ao começar deste novo ano.
        Encerrando estas semanas de formação, dos dias 10 a 13, Frei Afonso de Carvalho Garcia, visando à formação intelectual dos estudantes de filosofia e os trabalhos que serão apresentados durante o ano no Instituto Agostiniano de Filosofia (IAF), apresentou as normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) bem como o novo acordo ortográfico da Língua Portuguesa.

Por Frei Rhuam Ferreira Rodrigues de Almeida, OAR.
Seminário Teológico Santa Mônica (São Paulo-SP).


Vejam algumas fotos:









  
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